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quarta-feira, 22 de maio de 2013




Assim esta acontecendo
Descuidados achando que a bancada Evangélica esta de olho só nos gays ,  lésbicas e trans
Espiritas de todos os segmentos  não veem  o quão perto o Brasil esta de virar um estado teocrático
O silêncio oportuno dos  pseudos cristãos  pode nos afogar !!!!!!

" Iyá Ayrá Tunjí " Campinas 22 de Maio de 2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013

OS DEZ MANDAMENTOS DO YAÔ



1- Seja abiãn o maior tempo possível. Isto aumentará suas certezas e diminuirão riscos e erros.

2- Não escolha a casa pela aparência ou pelo status que ela tenha ou pode lhe dar. Às vezes, a embalagem impressiona, mas o conteúdo é frustrante.

3- Não faça Santo porque acha bonito, porque seus amigos fizeram ou porque você acha que sua vida vai melhorar. Faça porque seu coração e sua consciência mandaram.

4- Não apresse o tempo. No Candomblé tudo tem sua hora e o momento certo pra acontecer.

5- Respeite a hierarquia. O Candomblé chegou até aqui graças a ela.

6- Respeite, honre e seja fiel ao seu axé.

7- Não fale mal de pessoas e nem de outras casas. Nada e nem ninguém é perfeito, inclusive você.

8- Seja sempre humilde e educado e trate a todos da mesma forma que gostaria de ser tratado.

9- O Candomblé é uma religião que exige presença, dedicação e sacrifícios. Se você não pode dar os três ao mesmo tempo, não entre para a religião.

10- Cuide e zele pelo patrimônio do seu axé como se fosse a sua casa.

quinta-feira, 16 de maio de 2013



Lendas de Oxossi
Como Surgiu o Irùkelé
Oxossi levava seus bois para pastar, indo pelo caminho mais rápido e seguro,
Nesse caminho havia  um cemitério.
Um certo dia  percebeu que faltava dois bois, procurou saber o que havia
Acontecido com os bois, mas ninguém sabia de nada .
Intrigado, Oxossi passou à prestar mais atenção, mas os bois continuavam
Desaparecendo misteriosamente, certo dia, Oxossi bastante cansado, parou justamente
Na frente ao cemitério para beber um pouco de água e também da água ao gado.
Quando percebeu a presença de alguns Eguns em cima do muro, tentando pegar um de seus bois.
Oxossi percebeu também que os bois quando bebiam água, colocavam a língua para
Fora, mugiam e balançavam o rabo, e os Eguns fugiam de medo. Foi então que Resolveu
Cortar o rabo de alguns animais e fez um apetrecho, consagrando-o com pós e ervas
Magicas, dando-lhe o poder de espantar Eguns.
Numa grande festa em homenagem a Iansã, Oxossi ofereceu-lhe o objeto, dizendo
Chamar-se Erukere. Este objeto representa a ligação de Oxossi com Iansã e a ancestralidade.
Oxossi sabia que Iansã cuidava de Eguns, e que muitas vezes não queriam lhe obedecer,
Mas deste dia em diante, Iansã ficou absoluta e os Eguns nunca mais ousaram  lhe desobedecer.


Ôní aráiê Òdé a rêrê ôkê auá ni códé lôquê
dódé a pa érã auá ni códé lôque dódé a pa érã
Òdé bi euê Òdé lôdê có auá pa erã.


"Senhor da humanidade,
Nosso bom caçador, nós o chamamos
Para aprendermos a caçar e acima de tudo
Ir caçar e encontrar a caça.
ARÔLÉ !!!




quinta-feira, 2 de maio de 2013

RELIGIÃO TRADICIONAL YORUBA: O que está acontecendo com a nossa religião?Sabe...

RELIGIÃO TRADICIONAL YORUBA:
O que está acontecendo com a nossa religião?
Sabe...
: O que está acontecendo com a nossa religião? Sabe quando sua indignação supera a razão? Faz pouco tempo, recebi informações ...

Oguiã

.Oxaguian "Ajagunã".

.

Ajagunã nasceu de Obatalá. Só de Obatalá. Nasceu num igbim, num caramujo. Logo que nasceu, Ajagunã se revoltou. Ajagunã não tinha ori, não tinha cabeça e andava pela vida sem destino certo.Um dia, quase louco, encontrou Ori na estrada e Ori fez para Ajagunã uma cabeça branca. Era de inhame pilado sua cabeça. Mas a cabeça de inhame esquentava muito e Ajagunã sofria torturantes dores de cabeça.De outra feita, lá ia pela estrada Ajagunã padecendo de seus males, quando se encontrou com Iku, a Morte. Iku se pôs a dançar para Ajagunã e se ofereceu para dar a ele outro ori.Oxaguiã, com medo, recusou prontamente, mas era tão insuportável o calor que ele sentia que não pôde recusar por muito tempo a oferta. Iku prometeu-lhe um ori negro. Iku ofereceu-lhe um ori frio. Ele aceitou.A sorte de Ajagunã contudo não mudou. Era fria e dolorida essa cabeça negra. Mas pior era o terror que não o abandonava de sentir-se perseguido por mil sombras. Eram as sombras da morte em sua cabeça fria.Então surgiu Ogum e deu sua espada a Ajagunã. E com a espada ele afugentou a Morte e as suas sombras. Ogum fez o que pôde para socorrer o amigo, com a faca retirando o ori frio grudado no ori quente. Na operação de Ogum as duas cabeças se fundiram e o ori de Oxaguiã ficou azulado, um novo ori nem muito quente, nem muito frio.Uma cabeça quente não funciona bem. Uma cabeça fria também não. Foi o que se aprendeu com a aventura de Ajagunã. Finalmente, a vida de Ajagunã se normalizou. Com a ajuda de Ogum, mais uma vez, o orixá aprendeu todas as artes bélicas e assim venceu na vida muitas batalhas e guerras.Hoje o seu nome, como o nome de Ogum, é relembrado entre os dos mais destemidos generais. E foi assim que Oxaguiã foi chamado Ajagunã, título do mais valente entre todos os guerreiros.



Texto de Paz dos Orixás

quarta-feira, 3 de abril de 2013


sangiri-làgiri, 
Que racha e lasca paredes 
Olàgiri-kàkààkà-kí Igba Edun Bò 
Ele deixou a parede bem rachada e pôs ali duzentas pedras de raio 
O Jajú Mó Ni Kó Tó Pa Ni Je 
Ele olha assustadoramente para as pessoas antes de castigá-las 
Ó Ké Kàrà, Ké Kòró 
Ele fala com todo o corpo 
S' Olórò Dí Jínjìnnì
Ele faz com que a pessoa poderosa fique com medo
Eléyinjú Iná
Seus olhos são vermelhos como brasas
Abá Won Jà Mà Jèbi
Aquele que briga com as pessoas sem ser condenado porque nunca briga injustamente
Iwo Ní Mo Sá Di O
É em ti que busco meu refúgio.
Sango Ona Mogba
Bi E Tu Bá Wó Ile
Se um antílope entrar na casa
Jejene Ni Mú Ewure
A cabra sentirá medo.
Bi Sango Bá Wó Ile
Se Sango entra na casa
Jejene Ni Mú Osa Gbogbo
Todos os Orisa sentirão medo.


OYÁ, SENHORA DOS VENTOS E TEMPESTADES
OYA ORIRI
Oyá tão linda
que não se pode tirar os olhos de cima dela
EKUN TI NJE EWE ATA
Leopardo fêmea que come pimenta crua

Assim como os raios, relâmpagos e trovões são atribuídos a Xangô, os fortes ventos e as tempestades são considerados expressões do descontentamento de Oyá. A origem mítica do rio Níger (Odo Oya) é associada, também, a esta divindade. Um odu de Ifá faz a seguinte narração dessa origem: Em tempos de guerra, o rei dos nupe consultou o oráculo para saber como prevenir-se contra uma invasão. Ifá disse ao rei que, caso encurralado, desse uma peça de tecido negro para ser rasgado por uma virgem. Entre as virgens, o rei elegeu sua própria filha. Diante do pai, dos oráculos e generais, a jovem rasgou o tecido negro: O ya - Ela cortou. Atirou as duas partes no chão, sob o olhar esperançoso do povo nupe. O pano transformou-se em negras águas que começaram a fluir, transformando o núcleo do reino numa ilha protegida.
Alguns mitos a apresentam como originária da cidade de Irá. Outros, como nascida na ilha fluvial de Jebba, em terra nupe, também local de origem de Torosi, mãe de Xangô. Oyá era esposa de Ogum e lutava lado a lado com o marido, usando espadas forjadas por ele. Um dia Xangô, elegante e atraente, chegou à Forja de Ougam. Envolveu-se em amores com Oyá e, ao surgir uma oportunidade fugiram juntos enquanto Ogum estava muito compenetrado em seu trabalho. Mais tarde, ao dar-se conta do ocorrido, procurou a mulher por toda parte e terminou por encontrá-la na floresta. Golpearam-se mutuamente com as espadas, sendo Ogum partido em sete e Oyá em nove partes. Conforme Salami (1990) havia dezesseis rainhas rivais, competindo pelo privilégio de ter a preferência de Xangô. Oyá foi a vitoriosa, graças a seu charme, personalidade e elegância de movimentos.
Alguns de seus oriki assim a evocam:
Ela é grande o bastante para carregar o chifre do búfalo
Oyá, que possui um marido poderoso
Mulher guerreira, mulher caçadora
Oyá, a charmosa,
que dispõe de coragem para morrer com seu marido
Vendaval da Morte
A mulher guerreira que carrega sua arma de fogo
Quando anda, sua vitalidade é como a do cavalo que trota
Eepa, Oyá, que tem nove filhos, eu te saúdo!
O que Xangô disser, Oyá vai interpretar
Vocês não sabem que Oyá vai entender
o que Xangô nem acabou de dizer?
O que ele quiser dizer, Oyá é quem dirá
Oyá, Leopardo fêmea que come pimenta crua
Oyá, o orixá que apoia seu marido
Mulher poderosa e forte, possui um corpo perfeito
Oyá, a charmosa e elegante, a mulher bela
O Grande Vendaval, que também venta suavemente.

Há um mito que a descreve como tendo nascido em Iwo. Essa versão a apresenta como uma mulher que vivia triste por não conseguir casamento e que após perambular pelas cidades a esmo, foi encontrada por sua família em Irá. No retorno para casa encontraram Xangô acompanhado de uma de suas esposas: Oxum. Assim que viu Oyá, quis casar-se com ela e foi aceito imediatamente. Ela veio a ser sua esposa predileta: Entre os dezesseis orixás femininos nas mãos de Xangô, Oyá se destacou por sua beleza, elegância e força.
Recebe cultos em toda a terra iorubá, principalmente por parte das mulheres. Seu santuário guarda objetos simbólicos - a espada, o chifre de búfalo e pedras originárias do rio Oyá; um pote com agbo (água para banhar os iniciados); água pura, para ser bebida por mulheres que desejam tornar-se férteis ou por pessoas doentes; o assentamento de Xangô ou uma estatueta que o represente. Os iniciados preferem beber desta água em lugar de outra qualquer, pois ela contem o axé do orixá. As contas dos colares dos devotos de Oyá são de cor marrom.



Esse Texto Não é de Nossa Autoria ,Mas por sua Beleza e Informações nos  o  Postamos  pedidndo a autorização do Autor (a) em Respeito a Tão bela obra !